Aplicativos móveis

A tela é a parte
fácil do app

Desenhar as telas de um aplicativo e publicar nas lojas é a parte que quase todo mundo sabe fazer. O que costuma derrubar projeto de app é o que fica debaixo da tela: o login que precisa valer em sete sistemas diferentes, a cobrança que tem que fechar certo no fim do mês, o produto que o cliente contrata às onze da noite e precisa estar funcionando às onze e um. A gente entrega o app e entrega também essa parte de baixo, que é onde a Visie trabalha desde 2006.

80 mil
→ 900 mil
usuários ativos por mês
no app Minha Vero

O que existe
debaixo da tela

Em cima da linha d'água está o app do jeito que o usuário conhece: um resumo, um valor e alguns botões. Embaixo estão as seis camadas que fazem esses botões terem o que mostrar e o que executar. Desce uma camada por vez e olha o tamanho da parte submersa.

É isto que o usuário vê, e é isto que quase todo mundo chama de “o projeto do app”. Quatro botões que prometem resolver quatro coisas. Cada um deles depende de um pedaço de sistema que fica aqui embaixo.

0 de 6 camadas reveladas.

  1. Autenticação e login único

    Uma conta só que abre tudo, mesmo quando o cadastro do mesmo cliente está espalhado em sistemas que nunca conversaram entre si. É aqui que se decide se a pessoa consegue entrar no app na primeira tentativa.

    7 sistemas de billing diferentes por trás de um login só, no Minha Vero.

    submerso
  2. Orquestração dos sistemas que têm o dado

    O app pergunta uma coisa simples, tipo “qual é a minha fatura”, e embaixo a resposta é montada consultando CRM, billing e cadastro, cada um com regra e formato próprios. Essa camada esconde a bagunça de quem está na tela.

    Na Vero são quatro CRMs (NG, IXC, Voalle e Simetra) orquestrados em Python e FastAPI.

    submerso
  3. Motor de pagamento e recorrência

    Cartão, Pix e boleto, cobrança que se repete todo mês, retentativa quando o cartão falha e conciliação para a fatura fechar certa. O botão “pagar” é uma linha de código; o que sustenta ele é um sistema inteiro.

    Saiu de 5 mil para 70 mil transações por mês na Vero.

    submerso
  4. Provisionamento e ativação

    O cliente contratou um produto no app e ele precisa estar valendo em segundos, sem ninguém apertar botão do outro lado. Isso significa falar com a API de cada parceiro, tratar a que respondeu errado e reverter a compra quando a ativação não acontece.

    40+ produtos digitais provisionados automaticamente, entre eles HBO, Globo Play, Disney e YouTube Premium.

    submerso
  5. Notificações e fila

    A fatura que vence amanhã, a visita técnica confirmada, o serviço que voltou. Cada aviso desses passa por uma fila que precisa aguentar pico, não mandar a mesma mensagem duas vezes e não acordar ninguém à toa, porque notificação inútil é o caminho mais rápido para o app ser desinstalado.

    submerso
  6. Monitoramento e alerta

    Quando a integração de um parceiro cai às duas da manhã, alguém do nosso lado precisa saber antes do seu cliente. Log, métrica e alerta não aparecem em nenhuma tela do app e são o que permite atender muita gente sem ir descobrindo problema pelo Reclame Aqui.

    Sustentando 1,3 milhão de usuários em mais de 400 municípios.

    submerso

A gente também faz a parte de cima, com pesquisa, protótipo e consultoria em UX. Só que a tela é a parte do projeto que já vem com referência pronta no mercado inteiro, e a de baixo é a que costuma ser descoberta no meio do caminho, quando já é caro consertar.

O app que ninguém abre

Instalar é a parte fácil: uma campanha bem feita põe o app no celular de muita gente. Difícil é a pessoa voltar na semana seguinte. E o que traz ela de volta é o app resolver, em meio minuto, alguma coisa que ela ia ter que resolver de qualquer jeito — e cuja alternativa era ligar para a central, esperar na fila e repetir o CPF três vezes.

  • Pagar a fatura e ver o que foi cobrado antes: boleto no e-mail, dúvida por telefone
  • Trocar de plano na hora, com o preço novo já valendo antes: ligar para o comercial e esperar retorno
  • Tirar a segunda via sem falar com ninguém antes: atendimento humano para uma tarefa de dez segundos
  • Agendar visita técnica e acompanhar o chamado antes: “o técnico passa entre 8h e 18h”
  • Consultar o sinal e ver se o problema é da sua casa antes: fila no call center para descobrir que era o cabo

Foram essas funções que levaram o Minha Vero de 80 mil para mais de 900 mil usuários ativos por mês, e cada uma delas tirou uma ligação da central. Hoje o app tem 4,2 no Google Play e 4,4 na App Store, o que num app de conta de internet é resultado bem acima do normal, porque quem abre app de operadora quase sempre está com um problema na mão.

Quer conferir isso no seu caso? Conta o que seu cliente liga para pedir

Uma base de código,
duas lojas

A gente escreve o app em React Native, e o motivo é bem prático: a maior parte do código serve para o iPhone e para o Android ao mesmo tempo, então você paga e espera uma vez, em vez de duas. Quando alguma coisa exige comportamento nativo de verdade, essa parte recebe código nativo mesmo, e o resto continua compartilhado.

Compartilhado entre as duas lojas

  • Telas, navegação e regras de uso
  • Conversa com o back-end e cache do que já foi carregado
  • Login, pagamento, catálogo, histórico
  • Correção de bug, que sai para os dois de uma vez

Recebe código nativo

  • Uso pesado de câmera, mapa, biometria e sensor
  • Integração com SDK que o parceiro só publica para iOS ou Android
  • Widget de tela inicial, notificação com ação e coisas do sistema
  • Tela que precisa de desempenho no limite, tipo lista gigante e animação contínua

E tem a parte que ninguém combina no começo do projeto: publicar app é um processo à parte, com conta de desenvolvedor, política de privacidade, revisão da Apple que pode pedir ajuste e devolver a versão, e cada atualização passando por essa revisão de novo. Isso significa que — a gente planeja contando com ele, publica pelas suas contas nas lojas e cuida desse vaivém junto com o time de vocês.

O app entra num ecossistema
que já existe

Aquelas seis camadas do começo não nascem do nada quando o app começa: boa parte delas já é a operação da empresa, rodando em sistema que existe há anos. Por isso a gente trata o app como mais um consumidor dessa base, e não como um projeto isolado que depois alguém tenta plugar.

Dá para medir o efeito disso num momento difícil: quando a Vero se fundiu com a Americanet, 100% da base migrou de app em dois meses e os produtos das duas empresas foram integrados em duas semanas. Não foi a tela que aguentou esse movimento; foi a arquitetura embaixo dela, que já estava preparada para receber mais um billing e mais um CRM.

Quem já ajudamos

Dois apps nossos que estão no ar, com os números que os clientes toparam publicar.

Vero Internet — app Minha Vero

Telecom · parceria desde 2019
Usuários ativos por mês
80 mil → 900 mil
Nota nas lojas
4,2 Google Play · 4,4 App Store
Login único sobre
7 sistemas de billing
Base atendida
1,3 mi em 400+ municípios

O app faz fatura, pagamento, segunda via, upgrade de plano, agendamento de visita e consulta de sinal, e por baixo dele passam milhões de transações. A Vero tem o maior NPS do mercado entre pessoa física, e a parte que cabe ao app é resolver sozinho o que antes virava ligação.

Alper Seguros — app VC+Seguro

Seguros
Cotar e contratar seguro
de dias para minutos
Reconhecimento
1º lugar no Ranking 100 Open Startups 2024

Cotação e contratação 100% digital, direto no celular. Embaixo do app, integração com as seguradoras por API e, nas que só operam por e-mail, por robô que preenche e lê a resposta no lugar de uma pessoa.

Conta o que o app
precisa resolver

Não precisa trazer tela desenhada nem lista de funcionalidades. Conta o que o seu cliente hoje liga, manda e-mail ou vai na loja para resolver, e quais sistemas guardam esse dado. Da primeira conversa já dá para sair com as camadas mapeadas, um primeiro go live desenhado e um sprint de duas semanas com prazo e preço.